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sobre.

Brenda Melgarejo (1997, Porto Alegre/RS) é artista visual, escritora, roteirista e diretora de cinema. Sua produção articula o feminino, a escrita e a relação entre mulheres, entrelaçando visualidade e palavra. Escritora desde a adolescência, insere no gesto artístico o trânsito entre imagem e narrativa, entre silêncio e voz.

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sua trajetória atravessa o corpo como lugar de escuta, presença e criação. e a arte, como espaço de cura e materialidade. entre a performance, a pesquisa e o gesto, be constrói uma poética que se move entre o visível e o indizível, entre a carne e a imagem, entre o cuidado e a morte.
 

formada em Serviço Social pela Universidade Federal do Rio grande do Sul (UFRGS), é especialista pela residência multiprofissional em saúde onco-hematologia do Hospital de Clínicas de Porto Alegre (HCPA) e mestranda em Saúde da Criança e do Adolescente (UFRGS). suas pesquisas se voltam aos atravessamentos entre saúde, relações sociais de sexo e arte — territórios onde o corpo se revela, se fragiliza e se reinventa.
 

na arte, be investiga o corpo como sujeito e objeto. o corpo que sente, performa e deseja. sua produção parte de um lugar íntimo e político: o da mulher que pensa o cuidado como linguagem e o gesto como pensamento. em suas criações, o corpo torna-se instrumento de pesquisa e de resistência, onde a dor e o afeto coexistem como matéria estética.

sua atuação transita entre arte, educação e saúde, articulando pesquisa, criação e escuta como práticas éticas e políticas. sua obra e sua escrita propõem pensar o corpo como espaço de memória e linguagem — um território que abriga o sagrado, o erótico e o político.

 

Cópia de portfolio - be melgarejo.png

Nas artes visuais, iniciou em 2020 com o projeto “Cycles”, apresentado na exposição coletiva Expressões da Aldeia, fomentada pela Lei Aldir Blanc.

Desde então, desenvolve uma pesquisa imagética atravessada por memória, escrita e corporalidade, transitando entre a arte digital, a aquarela, a tinta acrílica e diversos materiais.

 

Sua trajetória também se conecta ao universo urbano, do skate, da música e da arte de rua, explorando materiais como shapes, pranchas, murais e objetos cotidianos.

 

No projeto “artists” (2022), realizou um estudo visual e poético das obras de Frank Ocean e Mac Miller, criando diálogos entre música, imagem e identidade.

 

Em 2023 apresentou “Vendaval”, projeto de exposição itinerante exibido em diferentes espaços, como eventos de mulheres em Porto Alegre, uma exposição coletiva no 4º Distrito e um encontro de rap em Gravataí.

 

No ano seguinte, em 2024, lançou as coleções “Desencontro” e “Reencontro”, entre pintura, fotografia e poesia, investigando a dualidade das relações e os atravessamentos da experiência afetiva entre mulheres.
 

Sua produção articula o feminino, a escrita e a relação entre mulheres, entrelaçando visualidade e palavra. Escritora desde a adolescência, insere no gesto artístico o trânsito entre imagem e narrativa, entre silêncio e voz.

 

No cinema, realizou diversas formações, como:

_História e Linguagem do Cinema Internacional (Cinematron, com Danilo Fantinel);

_Curso de Cinema (Akademia de Audiovisual – Kinobox);

_Produção de um curta-metragem (com Márcio Heleno Soares);

_Linguagens do Cinema (AvMakers);

_Curso de Direção Cinematográfica (com Julia Ferreira);

_Cinema e Linguagens (com Arthur Tuoto).

 

Em 2026 irá estrear como diretora de um episódio e assistente de direção de outros 4 episódios da minissérie "Bem-me-queer" para a Box Brazil Play, desenvolvida a partir do curso de Direção de Cinema do Profissa Audiovisual, consolidando o cruzamento entre sua pesquisa artística e cinematográfica.

portfolio.

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